Ter ou não ter um orçamento familiar, eis a questão.

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Gerir as nossas finanças pessoais sem um orçamento mensal é como ir ao supermercado sem uma lista de compras: a probabilidade de gastarmos mais do que pretendíamos é grande.

Saber como, quando e em quê, é que gastamos o nosso dinheiro pode ser o primeiro passo para elaboramos um orçamento familiar. Não existe um modelo perfeito, todos são válidos, até porque a estrutura de cada família é única. Os objectivos principais de ter um são, equilibrar as contas, atingir metas financeiras e planear o futuro com mais segurança e tranquilidade.

É importante ver o orçamento como uma ferramenta para atingir objectivos de poupança, de investimento e controle dos hábitos de consumo.

Para elaborar um orçamento deve começar por identificar todos os rendimentos e todas as despesas. Esta tarefa consiste em calcular quanto se ganha e quanto se gasta. Começar a anotar todos os gastos fixos mensais, como renda, contas de água, luz, telefone e alimentação, e também os gastos variáveis com lazer, vestuário, cuidados pessoais, etc. E pode ser num caderno, numa folha de excel ou até nas muitas Apps disponíveis no mercado. O hábito de registar desde o cafezinho diário até aos juros do crédito à habitação, é chato, mas é eficaz pois permite conhecer com exactidão o destino do dinheiro.

Depois de saber quanto entra e quanto sai, o saldo deve ser positivo, ou seja, é importante que as receitas sejam superiores às despesas. Se lhe sobrar dinheiro deverá reforçar a poupança da família. Já se o saldo for negativo deve fazer ajustes ao orçamento familiar. Começar por reduzir as despesas variáveis até que as receitas sejam suficientes para cobrir, pelo menos, todos os gastos. Ou ter outra fonte de rendimentos.

A elaboração do orçamento deve ser em família, incluindo os filhos (se for o caso), só assim todos os elementos podem contribuir para a definição de objetivos, para a redução de custos e para a poupança, para depois todos ajudarem no cumprimento do mesmo.

Por fim, e o mais difícil, é importantíssimo cumprir os objetivos do orçamento mensalmente.

No próximo artigo vamos falar da diferença entre necessidade e desejo, na educação financeira das crianças.

www.trocar-por-miudos.pt

Fernanda Centeio

Fernanda Centeio

Profissional com mais de 20 anos de experiencia na área financeira, acreditada pelo Banco de Portugal como intermediária de crédito. Formadora certificada pelo IEFP. Trocar por Miúdos- Educação Financeira
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