O que realmente pagamos ao atestar o carro!

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Nos últimos meses, os preços dos combustíveis têm aumentado frequentemente. As variações nas cotações do petróleo têm impacto no que pagamos nos postos de abastecimento.

Segundo a DECO, quase 60% do preço final da gasolina e do gasóleo pago pelos consumidores é definido pelo Estado.

  • Em Portugal, a Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE), responsável pela gestão das reservas estratégicas nacionais de petróleo e produtos petrolíferos, calcula e publica todos os dias um preço de referência para os combustíveis. Este permite ter uma aproximação aos preços dos combustíveis até à fase de armazenamento, prévia à distribuição e comercialização, e inclui as variáveis abaixo.
  • As cotações têm um elevado impacto sobre o preço do petróleo e variam, por exemplo, de acordo com a procura mais elevada de gasóleo em meses frios, para aquecimento, ou de gasolina nos meses de verão, motivada por viagens.
  • Em conjunto com a cotação internacional, os custos com o transporte representam quase 30% do preço final dos combustíveis pago pelos consumidores.
  • A obrigação legal de reforçar o teor de biocombustíveis na gasolina e no gasóleo, com o objetivo de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, também tem impacto no preço pago pelo consumidor.
  • Existem reservas de segurança controladas diretamente pela ENSE. A sua gestão e armazenagem têm custos que se refletem no preço dos combustíveis.
  • Para o preço final dos combustíveis contam, ainda, os custos com operações logísticas de receção do petróleo bruto ou produtos derivados do petróleo, assim como com a sua armazenagem temporária.
  • Há também impostos a pagar sobre todos os produtos petrolíferos e energéticos, se forem consumidos ou vendidos para uso carburante ou combustível.
  • A tudo isto acresce ainda o IVA.
  • Os custos de comercialização e a margem comercial também têm impacto no preço final de venda ao público.

A DECO defende que o Estado não deve penalizar os consumidores, arrecadando mais receita do que aquela que projetou.

Apesar de estarem de acordo quanto à necessidade de uma economia menos dependente do carbono, é preciso colocar em cima da mesa uma questão de fundo relativa à fatura da descarbonização: serão os atuais mecanismos de mercado e o aparelho produtivo capazes de acompanhar o ritmo sem deixar ninguém para trás?

Até quando vamos aguentar isto?

Artigo retirado de ZAP

Cláudia Carvalho

Cláudia Carvalho

Licenciada em Serviço Social, com Pós-Graduação em Gestão de Recursos Humanos.
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